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terça-feira, 19 de novembro de 2013

CONHEÇA AS VERDADES SOBRE A FESTA DE “NATAL” E SEUS SÍMBOLOS.

“e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.”João 8.32

Todo ano quando chega o final do mês de Novembro e durante quase todo o mês de Dezembro vemos os preparativos para essa festa chamada “Natal”, onde muitos dizem ser a Comemoração do Nascimento de Jesus. Mas será que há espaço para Jesus ser lembrado, já que são tantos símbolos diferentes!
Conheça agora a origem de alguns desses símbolos e veja como eles nada tem haver com o Nascimento do nosso Salvador Jesus Cristo:
A ORIGEM DA FESTA “NATAL”O Natal é a principal tradição do sistema corrupto denunciado inteiramente nas profecias e instruções bíblicas sobre o nome de Babilônia.
Seu início e origem surgiu na antiga Babilônia de Ninrode, e suas raízes datam de épocas imediatamente posterior ao dilúvio. Ninrode, neto de Cão, filho de Noé, foi o verdadeiro fundador do sistema babilônico que até hoje domina o mundo – Um Sistema de Competição Organizado - de impérios e governos pelo homem, baseado no sistema econômico de competição e de lucro. Ninrode construiu a Torre de Babel, a Babilônia primitiva, a antiga Nínive e muitas outras cidades. Ele organizou o primeiro reino deste mundo. O nome Ninrode, em Hebraico, deriva de "Marad" que significa "ele se rebelou, rebelde". Sabe-se bastante de muitos documentos antigos que falam deste indivíduo que se afastou de Deus. O homem que começou a grande apostasia profana e bem organizada, que tem dominado o mundo até hoje. Ninrode era tão perverso que se diz que casou-se com sua mãe, cujo nome era Semíramis. Depois de sua morte prematura, sua mãe-esposa propagou a doutrina maligna da sobrevivência de Ninrode como um ente espiritual. Ela alegava que um grande pinheiro havia crescido da noite para o dia, de um pedaço de árvore morta, que simbolizava o desabrochar da morte de Ninrode para uma nova vida. Todo ano, no dia de seu aniversário de nascimento ela alegava que Ninrode visitava a árvore "sempre viva" e deixava presentes nela. O dia de aniversário de Ninrode era 25 de dezembro, esta é a verdadeira origem da "Árvore de Natal". Por meio de suas artimanhas e de sua astúcia, Semíramis converteu-se na "Rainha do Céu" dos Babilônicos, e Ninrode sob vários nomes, converteu-se no "Divino Filho do Céu". Por gerações neste culto idólatra, Ninrode passou a ser o falso Messias, filho de Baal: o deus-Sol. Nesse falso sistema babilônico, "a mãe e a criança" ou a "Virgem e o menino" (isto é, Semíramis e Ninrode redivivo), transformaram-se em objetos principais de adoração. Esta veneração da "virgem e o menino" espalhou-se pelo mundo afora; o presépio é uma continuação do mesmo, em nossos dias, mudando de nome em cada país e língua. No Egito, [Semíramis e Ninrode] chamavam-se Isis e Osíris; na Ásia Cibele e Deois, na Roma pagã Fortuna e Júpiter, até mesmo na Grécia, China, Japão e Tibete encontra-se o equivalente da Madona (minha dona ou minha senhora), ou na América do Sul, deusa-mãe virgem Caraíba – tudo isso muito antes do nascimento de Jesus Cristo. Portanto, durante os séculos quarto e quinto, quando centenas de milhares de pagãos do mundo romano adotavam o novo "cristianismo popular" levando consigo as antigas crenças e costumes pagãos, cobrindo-os sobre nomes cristãos, popularizou-se também a idéia da "virgem e o menino". Maria, após o nascimento de Jesus, manteve relações íntimas com seu marido, segundo as Escrituras – Mt 1:25 E não a conheceu até que deu à luz seu filho, o primogênito; e pôs-lhe por nome Jesus. Dizer que ela permaneceu virgem é um reflexo claro desta doutrina satânica pagã, especialmente, durante a época do Natal. Os postais de Natal, as decorações e representações, do presépio, as músicas da noite de Natal, como seu tema Noite Feliz, repetem ano após ano esse tema popular da virgem e o menino nas famosas Cantatas de Natal. No Egito sempre se acreditava que o filho de Isis (nome egípcio da Rainha do Céu – Jr 44) nascera em 25 de dezembro. O mundo pagão celebrava essa famosa data de nascimento, na maior parte do mundo conhecido de então, muitos séculos antes do nascimento de Cristo. Autoridades históricas demonstram que, durante os primeiros 3 séculos da nossa era, os cristãos não celebraram o Natal. Esta festa só começou a ser introduzida após o início da formação daquele sistema que hoje é conhecido como Igreja Romana (isto é, no século IV). Somente no século V foi oficialmente ordenado que o Natal fosse observado para sempre, como festa cristã, no mesmo dia da secular festividade romana em honra ao nascimento do deus Sol, já que não se conhecia a data exata do nascimento de Cristo. O próprio Jesus, os apóstolos, e a igreja, nunca celebraram o nascimento de Cristo em nenhuma época, na Bíblia não há mandamento ou instrução alguma para celebrar, todavia somos ordenados a lembrar sim de sua morte e ressurreição que nos proporcionou a Vida. (1Coríntios 11:24-26) Mas, os antigos "Mistérios babilônicos" idólatras iniciados pela esposa de Ninrode, têm sido transmitido de geração em geração pelas religiões pagãs e continua sob novos nomes de aparência Cristã. A celebração do Natal antecede o cristianismo em cerca de 2000 anos. Na Suméria, o festival simbolizava a passagem de um ano para outro, o Zagmuk(
http://en.wikipedia.org/wiki/Zagmuk). Para os mesopotâmios, o Ano Novo representava uma grande crise, devido à chegada do inverno, eles acreditavam que os monstros do caos, liderados por Cthulu, enfureciam-se e Marduk(http://en.wikipedia.org/wiki/Marduk), o seu principal deus, precisava derrotá-los para preservar a continuidade da vida na Terra. O festival de Ano Novo, que durava 12 dias, era realizado para ajudar Marduk em sua batalha. A tradição dizia que o rei devia morrer no fim do ano para, ao lado de Marduk, ajudá-lo em sua luta. Para poupar o rei, um criminoso era vestido com as suas roupas e tratado com todos os privilégios do monarca, sendo morto levava todos os pecados do povo consigo, assim, a ordem era restabelecida. Um ritual semelhante era realizado pelos persas e babilônios, e até nas américas. Chamado de Sacae no oriente, a versão também contava com escravos que tomavam o lugar dos seus mestres. A Mesopotâmia, chamada de mãe da civilização, inspirou a cultura de muitos povos, como os gregos, que englobaram as raízes do festival, celebrando a luta de Zeus contra o titã Cronos. Mais tarde, através da Grécia, o costume alcançou os romanos, sendo absorvido pelo festival chamado Saturnalia (em homenagem a Saturno). A festa começava no dia 17 de dezembro e ia até o 1º de Janeiro, comemorava-se o solstício do inverno. De acordo com seus cálculos, o dia 25 era a data em que o Sol se encontrava mais fraco, porém pronto para recomeçar a crescer e trazer vida às coisas da Terra. Durante a data, que acabou conhecida como o Dia do Nascimento do Sol Invicto, as escolas eram fechadas e ninguém trabalhava, eram realizadas festas nas ruas, grandes jantares eram oferecidos aos amigos e árvores verdes - ornamentadas com galhos de loureiros e iluminadas por muitas velas - enfeitavam as salas para espantar os maus espíritos da escuridão. Os mesmos objetos eram usados para presentear uns aos outros. Apenas após a cristianização do Império Romano, o 25 de dezembro passou a ser a celebração do nascimento de Cristo. A maior parte dos historiadores afirma que o primeiro Natal como conhecemos hoje foi celebrado no ano 336 d.C.. A troca de presentes passou a simbolizar as ofertas feitas pelos três reis magos ao menino Rei Jesus, assim como outros rituais também foram adaptados do paganismo para o pseudo cristianismo


OS SÍMBOLOS DO NATAL E SUAS VERDADEIRAS ORIGENS
 
  • VELAS 
As velas, símbolo tradicional do Natal, são uma velha tradição pagã, pois se acendiam ao ocaso para reanimar ao deus sol, quando este se extinguia para dar lugar à noite. Acendê-las constituem um ritual pagão dedicado aos deuses ancestrais; a vela acesa está fazendo renascer o ritual dos solstícios, mantendo vivo o deus sol. Dentro das escolas que estudam o paganismo as velas são chamadas de demônios; é uma simbologia de “manter os demônios vivos”. As velas não têm relação alguma com as luzes do candelabro judaico - Menorah. As velas consagradas a demônios são de base perigosa. Estamos nos referindo às velas dos rituais profanos. Não devemos generalizar ou cair no fanatismo. Você não precisa deixar de usar velas, quando necessário (acabou a luz!), para alumiar ambientes, ou como decoração naquele jantar romântico, mas, no Natal, elas absorvem esta simbologia satânica, ainda mais vermelha! Nas encruzilhadas elas encontram-se em abundância e nos centros espíritas também, e principalmente no Natal elas assumem esta simbologia sutil, e fica estranho alguém que afirma conhecer tão bem o evangelho, ficar acendendo velas em casa...
 
ÁRVORE DE NATAL 
O que diz a Bíblia sobre a árvore de Natal? Se a Bíblia nada diz para comemorarmos o Natal, nem mesmo registra tal observância da parte dos apóstolos ou da verdadeira Igreja primitiva, ela tem algo a dizer sobre a árvore de Natal! Leia Jeremias 10:2-4. A Árvore de Natal, o mais resistente símbolo natalino, ressuscita um deus pagão chamado Ninrode e faz reviver Tamuz, o espírito natalino. No ocultismo ou nas religiões orientais, os espíritos dos antepassados são invocados por meio de uma árvore, e como sabemos que os mortos não voltam o que se manifestam são anjos decaídos A Enciclopédia Barsa, vol.11, pg. 274, diz:
"A árvore de Natal é de origem germânica, datando do tempo de São Bonifácio. Foi adotada para substituir os sacrifícios ao carvalho sagrado de Odin, adorando-se uma árvore, em homenagem ao deus-menino”.
A árvore de Natal é um símbolo de consagração, é uma fábula de chamamento de adoração a deuses babilônicos. Os babilônicos consagravam uma árvore aos pés dos deuses e a levavam para casa como aprovação desses mesmos deuses; era o símbolo do deus dentro de casa, porque não se podia fazer a réplica da imagem. Esta árvore estava relacionada a um pinheiro. O pinheiro faz parte de um ritual de adoração a Ninrode, Tamuz e a Semírames. O restante do capítulo mostra a dura exortação que Deus dá ao Seu povo. Por quê? Porque trouxe para dentro de casa um costumes de povos pagãos.

AS BOLINHAS DE ENFEITE 
Esse aparente e inocente adorno teve origem durante os cultos a Baal, já vimos que a árvore era elemento fundamental ao culto pagão, e como oferta, ofereciam-se sacrifícios humanos de crianças meninas, essas após serem mortas tinham suas pequenas cabeças (bolinhas) decepadas e penduradas na árvore.Os lacinhos que acompanham as bolinhas personificam ainda mais uma cabeça de menininha. Devido a decapitação elas se ensanguentavam e tornavam-se completamente avermelhadas; quanto maior fossem o número de cabeças penduradas, maior e mais importante era o sacrifício.

A TROCA DE PRESENTES À MEIA-NOITE 
A Biblioteca Sacra, vol. 12, páginas 153-155, diz:
"A troca de presentes entre amigos é característica tanto do Natal como da Saturnália, e os cristãos seguramente a copiaram dos pagãos, como o demonstra com clareza o conselho de Tertuliano".
É mais uma perpetuação do culto a Tamuz, onde as oferendas (presentes) a ele eram colocadas por seus súditos aos pés da tal renascida árvore. E ainda hoje, a onde são colocados os presentes de natal? Aos pés da árvore, nada mudou... O costume de trocar presentes com amigos e parentes durante a época natalina não tem absolutamente nada a ver com o cristianismo! Ele não celebra o nascimento de Jesus Cristo nem O honra! Suponhamos que alguma pessoa que você estima está aniversariando. Você a honraria comprando presentes para os seus próprios amigos?... Omitiria a pessoa a quem deveria honrar?... Não parece absurdo deste ponto de vista?... Se você quer dar presente a filhos, parentes e fazer o famoso amigo secreto no fim de ano que o faça, mas não espiritualize isso, presenteei por amor e por alegria, pois bem aventurado é o que dá e dá com alegria. Observam um dia em que Cristo não nasceu, gastando muito dinheiro em presentes para parentes e amigos. Porém, anos de experiência nos ensinam que os cristãos confessos se esquecem de dar o que deviam, a Cristo e a Sua obra, no mês de dezembro. Este é o mês em que mais sofre a obra de Deus. Aparentemente as pessoas estão tão ocupadas trocando presentes natalinos que não se lembram de Cristo nem de Sua obra. Depois, durante janeiro a fevereiro, tratam de recuperar tudo o que gastaram no Natal, de modo que muitos, no que se refere ao apoio que dão a Cristo e Sua obra, não voltam à normalidade até março. Contudo, isto é precisamente o que as pessoas não fazem em todo o mundo, pois a Palavra diz que o “amor de muitos esfriará” Mt 24:12.


A GUIRLANDA 
A coroa verde adornada com fitas e bolas coloridas, que enfeita as portas de tantos lares, é de origem pagã. Dela disse Frederick J. Haskins em seu livro Answer to Questions:
"A guirlanda remonta aos costumes pagãos de adornar edifícios e lugares de adoração para a festividade que se celebrava ao mesmo tempo do atual Natal. Na verdade, as guirlandas são memoriais de consagração. Em grego é stephano, em latim corona. Podem ser entendidas como enfeites, oferendas, ofertas para funerais, celebração memorial aos deuses, à vitalidade do mundo vegetal, celebração nos esportes, celebração das vítimas que eram sacrificadas aos deuses pagãos, etc.. Para tudo isso servia as guirlandas. Essas coroas verdes que são colocadas nas portas das casa, porque simbolizam as boas vindas, lugar de entrada. Não há uma só conotação em relação ao nascimento de Jesus. A Bíblia nunca anunciou que Jesus pede guirlandas, ou que tenha recebido guirlandas no seu nascimento, porque em Israel já era sabido que fazia parte de um ritual pagão. Só existe uma guirlanda na Bíblia e esta foi feita por Roma, para colocar na cabeça de Jesus no dia da sua morte. Não há outra guirlanda, a não ser esta de espinhos, feita como símbolo de escárnio.

O PRESÉPIO

  
O presépio é um altar a Baal, consagrado desde a antiguidade babilônica. É um estímulo à idolatria. São Francisco, no séc. XVIII, enquanto um dos líderes da Igreja Católica, instituiu o presépio para lembrar as festividades natalinas, na verdade uma convocação que leva o povo a ficar com a fé limitada ao material, ao que é palpável. Está relacionado diretamente com os rituais solstícios. Os adereços encontrados no chamado presépio são simbologias utilizadas na festa do deus sol. Se você tiver a curiosidade de ler a história cristã, verá firmemente que a influência romana é presente em quase todo o comportamento cerimonial da igreja chamada “evangélica”. As figuras utilizadas são intencionais. Por esses e outros motivos, temos que tomar posições. O presépio é um incentivo à idolatria, é uma visão pagã, obras da carne (Gálatas 5:19-22). Nas colônias inglesas, nos Estados Unidos, quando os chamados puritanos ingleses chegaram na América do Norte, fizeram tremenda resistência às festividades natalinas e levantaram sua voz em protesto com relação aos objetos utilizados no Natal. Isto porque estudaram as origens e estavam com a fé firmada só em Jesus. Os ingleses paravam nesta data em profunda reflexão intercedendo pela América do Norte e pelas nações da Terra, clamando por misericórdia porque o paganismo tinha sido inserido no meio do Cristianismo, e neste dia faziam orações e jejuns, por entenderem que os presépios eram altares consagrados, um incentivo subjetivo à idolatria. Quando os imigrantes holandeses chegaram à América do Norte, por terem tendências de viverem por símbolos e conservarem com muita veemência o "espírito natalino", trabalharam até resgatar as idolatrias do Natal. Hoje a América do Norte é uma das nações mais inclinadas às tão famosas festas natalinas. Houve um resgate dos presépios não só dentro da sociedade secular, como também da eclesiástica Hoje no Brasil, a abertura do Natal é feita com uma famosa "Missa do Galo" que envolve nada mais que plantonistas relacionados ao resgate da identidade pagã, aonde geralmente o Papa ou algum alto sacerdote dá perdão as maldições hereditárias dos fiéis. A missa é celebrada diante de um presépio, cujas figuras estão relacionadas com Babilônia e não com a realidade do Evangelho. Um culto camuflado aos deuses pagãos. É a sutileza do diabo querendo prender e tornar a fé cristã inoperante. (Esse símbolo é outro que eu passo a não utilizar mais, pois até mesmo livros e revistas evangélicas para trabalho com Crianças às vezes vem com as figuras para montagem.)
PAPAI NOEL
 É lenda baseada em Nicolau, bispo católico do século 5o. A Enciclopédia Britânica, 11ª edição, vol. 19, páginas 648-649, diz:
"São Nicolau, o bispo de Mira, santo venerado pelos gregos e latinos em 6 de dezembro... conta-se uma lenda segundo a qual presenteava ocultamente a três filhas de um homem pobre... deu origem ao costume de dar em secreto na véspera do dia de São Nicolau (6 de dezembro), data que depois foi transferida para o dia de Natal. Daí a associação do Natal com São Nicolau..."
São Nicolau, quando jovem, viajava muito, ficou a conhecer a Palestina e Egito. Por onde passava ficava na memória das pessoas devido à sua bondade e ao costume que ele tinha de dar presentes às crianças necessitadas. Conta-se que o primeiro presente que o Papai Noel deu foram moedas de ouro entregues a três meninas pobres. Quando voltou a sua cidade natal, Patara, na província de Lícia, Ásia Menor, São Nicolau foi declarado bispo da cidade de Mira. Com o tempo, o santo foi ganhando fama de fazedor de milagres, sendo esse um dos temas favoritos dos artistas medievais. Nessa época, a devoção por S. Nicolau estendeu-se para todas as regiões da Europa, tornando-o o padroeiro da Rússia e da Grécia, das associações de caridade, das crianças, marinheiros, garotas solteiras, comerciantes, penhoristas, e também de algumas cidades como Friburgo e Moscou. Milhares de igrejas européias foram-lhe dedicadas, uma delas ainda no séc. VI, construída pelo imperador romano Justiniano I, em Constantinopla (Istambul). A Reforma Protestante fez com que o culto a São Nicolau desaparecesse da Europa, com exceção da Holanda, onde sua figura persistiu como Sinterklaas, adaptação do nome São Nicolau. Colonizadores holandeses levaram a tradição consigo até New Amsterdan (a atual cidade de Nova Iorque) nas colônias norte-americanas do séc. XVII. Sinterklaas foi adotado pelo povo americano falante do Inglês, que passou a chamá-lo de Santa Claus - em português, Pai Natal. Os pais castigam a seus filhos por dizerem mentiras. Porém, ao chegar o Natal, eles mesmos se encarregam de contar-lhes a mentira de "Papai-Noel", dos "Reis Magos" e do "Menino Deus"! Por isso não é de se estranhar que, ao chegarem à idade adulta, também creiam que Deus é um mero mito.
Certo menino, sentindo-se tristemente desiludido ao conhecer a verdade acerca de Papai Noel, comentou a um amiguinho: "Sim, também vou me informar acerca do tal Jesus Cristo!"
É cristão ensinar às crianças mitos e mentiras? Deus disse: "... nem mentireis, nem usareis de falsidade cada um com o seu próximo;" (Lev 19:11). Ainda que à mente humana pareça bem e justificado, Deus, porém, disse: "Há um caminho que parece direito ao homem, mas o seu fim são os caminhos da morte." (Prov 16:25).Estudados os fatos, vemos com assombro que o costume de celebrar o Natal, em realidade, não é costume cristão mas, sim, pagão. Ele constitui um dos caminhos da Babilônia no qual o mundo tem caído!

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE A VERDADEIRA HISTÓRIA DO NASCIMENTO DE JESUS

O NASCIMENTO DE JESUS EM 25 DE DEZEMBRO:Quando Ele nasceu "... havia naquela mesma comarca pastores que estavam no campo, e guardavam, durante as vigílias da noite, o seu rebanho." (Lucas 2:8). Isto jamais pôde acontecer na Judéia durante o mês de dezembro: os pastores tiravam seus rebanhos dos campos em meados de outubro e [ainda mais à noite] os abrigavam para protegê-los do inverno que se aproximava, tempo frio e de muitas chuvas (Adam Clark Commentary, vol. 5, página 370). A Bíblia mesmo prova, em Ct 2:1 e Ed 10:9,13, que o inverno era época de chuvas, o que tornava impossível a permanência dos pastores com seus rebanhos durante as frígidas noite, no campo. É também pouco provável que um recenseamento fosse convocado para a época de chuvas e frio (Lucas 2:1).

OS MAGOS QUE LHE TROUXERAM PRESENTES:Vejamos o que diz a Bíblia em Mateus 2:1-11 com respeito aos presentes que levaram os magos depois que Jesus nasceu. Fazendo uma simples análise deste texto, percebemos de pronto que não temos como afirmar quantos magos eram, apesar de dizerem que eram três. Nem, muito menos a “cena bucólica do presépio” retrata uma ilustração da realidade ocorrida, uma vez que o texto é claro quando diz que eles entraram na casa, e não em um estábulo, a possibilidade de um engano era impossível, por mais simples que fosse a moradia.
Mas afinal de contas, por que os Magos levaram presentes para Cristo em sua casa? Será que foi por causa do seu nascimento? De maneira nenhuma! Pois eles chegaram várias semanas ou meses depois do seu nascimento (Mateus 2:16).
Então Herodes, vendo que tinha sido iludido pelos magos, irritou-se muito, e mandou matar todos os meninos que havia em Belém, e em todos os seus contornos, de dois anos para baixo, segundo o tempo que diligentemente inquirira dos magos.
Como já dissemos, ao contrário do que mostram os presépios, a Bíblia mostra que Jesus já estava numa casa, não numa estrebaria. Então, os magos deram presentes uns aos outros para deixar-nos exemplo a ser imitado? Não! Eles não trocaram nenhum presente com seus amigos e familiares, nem entre si mesmos, mas sim presentearam unicamente a CRISTO. Por quê? No Oriente não se costuma entrar na presença de reis ou pessoas importantes com as mãos vazias. Este costume ocorre com freqüência no Antigo Testamento e ainda persiste no Oriente e até em ilhas do Pacífico Sul. Os magos não estavam instituindo um novo costume cristão de troca-troca de presentes para honrar o nascimento de Jesus Cristo. Procederam de acordo com um antigo costume Oriental que consistia em levar presentes ao rei ao apresentarem-se a ele. Eles foram pessoalmente à presença do Rei dos Judeus, profetizado precisamente pelo profeta Daniel. Portanto, levaram oferendas, da mesma maneira que a rainha de Sabá levou a Salomão, e assim como levam aqueles que hoje visitam um chefe de estado.
(*Observação minha: Onde está escrito na Bíblia que os magos eram reis?)
O costume de trocas de presentes de Natal nada tem a ver com o nascimento do Cristo de Deus, é apenas a continuação de um costume pagão.

Estudados os fatos, vemos com assombro que o costume de celebrar o Natal, em realidade, não é costume cristão mas, sim, idólatra. Ele constitui um dos caminhos da Babilônia no qual o mundo tem caído!
Para nós fica a Palavra do Senhor como aviso:
"Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas." (Ap 18:4)
Encontrei boa parte deste texto no site http://solascriptura-tt.org/Diversos/index.htm
Aconselho você a copiar este texto e colar no "word" e depois imprimir para lê-lo com calma e muita atenção.
Nós que ensinamos a Palavra de Deus aos pequeninos precisamos conhecer a verdade dos fatos!

domingo, 25 de agosto de 2013

ORAÇÃO- ENSINANDO A CRIANÇA A AGRADECER

O BISCOITÃO

EU RESOLVI FAZER  OS VISUAIS DESTA HISTORINHA DE EVA.


Quando acabou de tomar seu café, Paulinho correu à cozinha e falou:
__ Mamãe, muito obrigado pelo biscoitão gostoso.
__ Ah! Filho, não agradeça a mim, agradeça ao padeiro que o fez.


Paulinho correu até a padaria e falou:
__ Sr. Joaquim, hoje de manhã mamãe me deu um biscoitão gostoso.
Eu agradeci a ela, mas ela me disse:
__ Não agradeça a mim. Agradeça ao padeiro.
Então, Sr. Padeiro, muito obrigado pelo biscoitão gostoso.
O padeiro falou:
__ Não agradeça a mim. Agradeça ao fazendeiro que me vendeu 
a farinha 
com que fiz o biscoito.


Paulinho, mas que depressa, correu até a fazenda que era 
pertinho de sua cidade e falou:
__ Sr. Manuel, hoje de manhã mamãe me deu um biscoitão gostoso.
Eu agradeci a ela, mas ela disse:
__ Não agradeça a mim. Agradeça ao padeiro.
Eu agradeci ao padeiro, mas ele me disse:
__ Não agradeça a mim. Agradeça ao fazendeiro.
Então Sr. Fazendeiro, muito obrigado pelo biscoitão gostoso.
__ Ora, ora, não agradeça a mim. Eu só preparei a farinha.
Agradeça ao trigal que me deu o trigo.


Paulinho foi até o trigal, amarelinho, amarelinho de espigas de trigo e gritou:
__ Trigo, hoje de manhã mamãe me deu um biscoitão gostoso.
Eu agradeci a ela, mas ela me disse:
__ Não agradeça a mim, agradeça ao padeiro.
Eu agradeci ao padeiro, mas ele me disse:
__ Não agradeça a mim, agradeça ao fazendeiro.
Eu agradeci ao fazendeiro, mas ele me disse:
__ Não agradeça a mim, agradeça ao trigo.
Então, trigo, muito obrigado pelo biscoitão gostoso.
__ Há, há, há. Não agradeça a mim, agradeça à chuva que molhou a terra
e me ajudou a crescer e produzir muito.




Paulinho correu à sua casa, pegou o guarda-chuva
e saiu procurando a chuva.
Encontrou-a e gritou:
__ Dona chuva, hoje de manhã mamãe me deu um biscoitão gostoso.
Eu agradeci, mas ela me disse:
__ Não agradeça a mim, agradeça ao padeiro.
Eu agradeci ao padeiro, mas ele me disse:
__ Não agradeça a mim, agradeça ao fazendeiro.
Eu agradeci ao fazendeiro, mas ele me disse:
__ Não agradeça a mim, agradeça ao trigo.
Eu agradeci ao trigo, mas ele me disse:
__ Não agradeça a mim, agradeça à chuva.
Então, Dona chuva, muito obrigado pelo biscoitão gostoso.
__ Ô, ô, ô. Eu só ajudei um pouco.
Não agradeça a mim, agradeça ao sol que deu força
à terra para o trigo crescer e produzir.


Paulinho esperou a chuva passar, fechou o guarda-chuva e olhou para o céu.
O sol amarelo brilhava e brilhava.
__ Ó sol, hoje de manhã mamãe me deu um biscoitão gostoso.
Eu agradeci a ela, mas ela me disse:
__ Não agradeça a mim, agradeça ao padeiro.
Eu agradeci ao padeiro, mas ele me disse:
Não agradeça a mim, agradeça ao fazendeiro.
Eu agradeci ao fazendeiro, mas ele me disse:
__ Não agradeça a mim, agradeça ao trigo.
Eu agradeci ao trigo, mas ele me disse:
__ Não agradeça a mim, agradeça à chuva.
Eu agradeci à chuva, mas ela me disse:
__ Não agradeça a mim, agradeça ao sol.
Então, lindo sol, muito obrigado pelo biscoitão gostoso.


O sol deu uma risada e falou grosso:
__ É Paulinho, eu ajudei um pouco.
Mas quem me faz brilhar no céu e aquecer a terra?
Quem manda a chuva cair para molhar as plantas?
Quem fez o trigo e o fez crescer no campo?
Quem fez o fazendeiro e lhe deu força para plantar o trigo,
colhê-lo, moer seus grãos e preparar a farinha?
Quem dá sabedoria ao padeiro para fazer biscoitos gostosos?
Quem lhe deu um papai que trabalha e dá dinheiro para comprar o biscoito?
Quem lhe deu uma mamãe amorosa e cuidadosa
que procura lhe dar coisas boas?
Quem? Quem?
Quem foi mesmo que lhe deu o biscoitão gostoso?








                                                                                                         MOLDES



ESCREVEI O VERSÍCULO AQUI DENTRO DA SILHUETA DE ORAÇÃO: 
1 TESSALONICENSES 5:18 "EM TUDO DAI GRAÇAS"





TRABALHINHO: PARA NÃO FICAR MOLE COLEI EM PAPEL CARTÃO 
COM COLA DE ISOPOR(COLA BRANCA FICA ENRUGADO)




terça-feira, 20 de agosto de 2013

ORAÇÃO-COMO DEVEMOS ENSINAR AS CRIANÇAS A ORAR?

Ensinando a Criança a Orar

I. A importância da oração: 
A.É uma forma de manter comunhão c/Deus (Dn 6);  
B. Ajuda a enfrentar problemas diários;  
C. Jesus nos ensinou a orar (Mt 6:5-15); 

II. Ensinos básicos sobre a oração: 
A. O que é oração?  Falar com Deus. 
B. Quem pode orar?  Os Seus filhos.  
C. Onde podemos orar? (Em qualquer lugar) 
1) Jonas orou na barriga do peixe (Jn 2:1-9); 
2) Lídia orou na margem do rio (Atos 16:13); 
3) Paulo e Silas oraram na prisão (Atos 16:25);  
D. Quando devemos orar? (A qualquer hora) 
1) Sem cessar (I Ts 5:17); 
2) Em todo tempo (Ef 6:18); 
3) Em momentos especiais “...de manhã te apresento a minha oração...” (Sl.5:3b) “À tarde, pela manhã e ao meio-dia, orarei...” (Sl.55:17) Quando tivermos problemas (Fp 4:6) Quando estivermos contentes (Sl 96 e 100)    
E. Por que devemos orar?   Porque Deus quer ter comunhão com os Seus filhos (Tg 4:8a).   

III. Conduzindo o período de oração 
A. Deve ser breve. 
B. Use palavras simples e curtas. 
C. Inclua a si mesmo na oração, usando “nós”, “nos”, etc. 
D. Diferentes pessoas podem conduzir essa atividade: 
1) Os pais
2) O professor  
E. Use visuais para motivar as crianças a orar. 
F. Use um cântico de oração para criar um ambiente reverente. 
G. Espere sempre o silêncio e a reverência. 
Obs: Os pais e o professor devem ser modelos de vida de oração para seus filhos e alunos.  

IV. Ajudando a criança a orar em público 
A. Atitudes e posição: 
1) Fechar os olhos; 
2) Abaixar a cabeça; 
3) Cruzar as mãos; 
B. Comece com oração de ação de graças. Agradecer! 
1) Agradeça a Deus por algo específico (pelo sol, pela mamãe, pelo papai, irmãos, etc). 
3) Inclua na oração: 
a) “Querido Pai”, etc. 
b) Diga a Deus o que você quer que Ele saiba. 
c) Termine a oração com “Em nome de Jesus, amém”. 
 4) Seja sensível às necessidades das crianças durante o período de oração.     
C. Prossiga, ensinando sobre pedidos de oração: 
1) Faça pedidos específicos; 
2) Peça às crianças que peçam de maneira específica; 
3) Fale sobre as possíveis respostas de Deus: 
a) Pode ser “sim”, se estiver de acordo com a sua vontade e o Seu tempo (I Rs 18:37,38; I Sm 1:22); 
b) Pode ser “não”, se não for bom para nós (II Co 12:8,9); 
c) Pode ser “espere”, se ainda não for o tempo de Deus (Sl. 5:3);    
V. Dirigindo o período de oração: 
A. O primeiro encontro: 
1) Defina o que é oração; 
2) Explique o que podemos dizer a Deus (agradecimentos, pedidos); 
3) Explique as posições físicas (olhos fechados, mãos juntas);   
B. O segundo encontro: 
1) Explique “Em nome de Jesus, amém”; 
2) Deixe uma ou duas crianças salvas irem a frente fazer uma oração que expresse, por exemplo, gratidão a Deus: Ex: “Querido Deus, obrigada pelo lanche, em nome de Jesus, amém”. 

VI. Tipos de Oração 
A. Louvor (Exaltar a Deus pelo que Ele é fez, etc.); 
B. Agradecimento (Agradecer a Deus por tudo); 
C. Confissão (Confessar pecados – Sl.66:18); 
D. Intercessão (Orar por outras pessoas); 
E. Petição (Fazer pedidos a Deus, apresentar suas necessidades).   Exemplo Bíblico: A oração de Neemias.

COMO DEVEMOS ENSINAR AS CRIANÇAS A ORAR?

1. Use uma canção especial para introduzir o tempo de oração. Escolha uma canção que fale sobre oração, ou uma canção que seja uma oração. Use a mesma canção semana após semana como introdução ao tempo de Oração.

2. Numa Escola dominical nova, o professor deve ser o primeiro a orar. Quando uma igreja começa uma nova Escola Dominical, no início as crianças podem ficar assustadas ou envergonhadas à cerca da oração em frente de outros. Podem não saber orar. Para evitar problemas, o professor deve orar no princípio. Isto permite às crianças ouvirem como podem orar. O professor deve fazer uma oração pequena, natural, de forma simples. Então, as crianças vão saber que podem falar com Deus da mesma forma. Ele deve estar familiarizado com os princípios bíblicos sobre a oração para que não viole nenhum deles. Mas não deve ser sempre o professor a orar. Não queremos que as crianças pensem que a oração é exclusivamente para professores. Elas devem começar a orar o mais cedo possível.

3. Ensine um princípio sobre a oração de cada vez.

Fizemos uma lista de muitos princípios de oração. Escolha um que possa ajudar os seus alunos, e ensine um só princípio de cada vez. Continue a rever e a explicá-lo até que as crianças o compreendam e comecem a usá-lo. Cada princípio deve tomar entre duas a cinco semanas a ser interiorizado, dependendo da compreensão das crianças.

4. Continue a rever os princípios que já ensinou

Todas as semanas, use uma parte do programa para rever rapidamente 3 ou 4 princípios de oração que elas já aprenderam. Isto pode ser feito fazendo perguntas ou começando uma frase e elas terem que a terminar. Ou, você pode dizer-lhes que vai dar um mau exemplo de oração e depois pedir-lhes que elas corrijam, e digam qual o princípio que foi violado. Depois de ter ensinado muitos dos princípios, não os reveja todos, todas as semanas. Escolha poucos de cada vez para revisão.

5. Coloque imediatamente em prática o princípio, logo que as crianças o aprendam. Depois de ter ensinado um princípio de oração, comece a demonstrar e a usar esse princípio. Exemplo: Se ensinou o princípio de que deve orar pelos lideres da sua igreja, durante a oração desse dia, certifique-se de que menciona os lideres da sua igreja local. Nas semanas seguintes, continue a lembrá-los na sua oração.

6. O que deve fazer se as suas crianças têm hábitos de oração que não são bíblicos? Se as crianças que tem na sua Escola Dominical vem de campos não bíblicos, então elas podem estar a orar de formas que a Bíblia não aprova, mesmo na Escola dominical. Nos primeiros anos do meu ministério em África, uma vez, uma criança levantou-se na Escola dominical e orou fervorosamente a Maria. Contudo, não lhe vai acontecer muito destas situações se você ensinar sobre oração. Antes das crianças começarem a orar, pergunte-lhes: “A quem devemos orar?” (Ao nosso Deus Pai) “Em Nome de quem oramos?” (No Nome de Jesus)

Não podemos controlar o que as crianças fazem em casa, ou nas igrejas que possam frequentar ao mesmo tempo em que vão à Escola dominical, mas você pode ser um bom exemplo na Escola Dominical. Se uma criança começar a orar de uma maneira não bíblica diante de toda a classe, não a envergonhe. Não se zangue nem a repreenda. No entanto, termine, imediatamente com essa oração. Pode fazer algo como isto: “Desculpa.” (Diga-o de forma firme mas não com uma voz zangada) ponha a mão sobre o seu ombro se ele continuou a orar. Depois diga mais ou menos isto: “Desculpa, tu não sabes como nós costumamos orar ou esqueceste-te. Na Escola Dominical, nós só oramos como a Bíblia diz. Nós oramos (então lhe mostre a forma correta, por exemplo: A Deus, no Nome de Jesus. Amém. Dê-lhe uma outra oportunidade, se ele quiser, e, no fim da Escola dominical, fale com ele em privado, fazendo-o compreender porque é que você o interrompeu, e que não está zangado com ele. Talvez até o possa elogiar pela forma como acabou por orar. Tente terminar a sua conversa de forma positiva. Se as crianças o informarem de que, em casa, oram de forma diferente, pode dizer: “Na nossa Escola dominical, gostamos de orar como a Bíblia diz”.

7. Peça voluntária para orar, em vez de forçar.

Pode perguntar quem quer orar, e só depois escolher uma criança. Ou pode perguntar com antecedência a algumas crianças se elas querem orar. Deixe várias crianças orarem, não sempre as mesmas.

8. Encoraje as crianças que oram bem

Quando as crianças estão a usar bem os princípios que você ensinou, reconheça o esforço delas e encoraje-as. Pode dizer isto: “Foi uma ótima oração. Lembraste-te … … “(seja qual for o princípio que a criança usou)

9. Dê às crianças boas ideias sobre assuntos de oração

Você pode trazer à frente 3 ou 4 crianças para orar. Dê a cada uma, um assunto de oração. Exemplo: primeira criança – somente louva a Deus. Segunda criança: Ora pelo nosso pastor e lideres da igreja. Terceira criança: ora pelos que estão doentes. Quarta criança: Ora pelas crianças da vila que não são salvas. Quinta criança – Ora pelas crianças noutros países onde é difícil ser-se cristão, como a Líbia, Sudão etc.

10. De tempos a tempos, use canções como orações.

Uma canção pode ser ela própria, uma oração. As crianças podem cantá-la numa atitude de oração, e no seu coração vai tornar-se uma oração. Exemplo: Uma canção pode ser uma oração que busca cura. À medida que as crianças cantam, peça às que estão doentes que se levantem ou levantem as suas mãos. Uma canção pode falar de perdão. Peça às crianças que, em silêncio, pensem nos seus pecados e depois cantem todos juntos, pedindo que Deus as perdoe.




MEMORIZANDO VERSÍCULOS COM AS CRIANÇAS

                            Jogos e Brincadeiras
Aqui estão alguns jogos bastante curtos que podem ajudar o seu grupo a plantar o versículo bíblico memorizado em seus corações. Tente usar o 'Momento de Memorizar' durante cada sessão para atrair o interesse das crianças e ajudá-las a lembrar a passagem bíblica. Lembre-se que crianças são observadores passivos. Eles aprendem melhor fazendo!

Jogo 1 - ACERTE O SACO DO FEIJÃO


Idade: Primário

Materiais: Bíblias, folhas de papel, caneta hidrocor, saco de feijão.

Preparação: Escreva as palavras do versículo ou tema nas folhas de papel, uma palavra ou frase curta em cada folha. Espalhe essas folhas misturadas no chão.

Jogo: As crianças revezam jogando o saco de feijão a uma certa distância sobre as folhas de papel. Quando o saco cai sobre uma folha a criança pega a folha em que acertou e segura. Depois que todas as folhas forem apanhadas, ajude as crianças a colocarem na ordem para formar o versículo ou tema, usando suas Bíblias como referência. Repita o jogo quantas vezes o tempo permitir.

Jogo 2 - REPITA O QUE EU DIGO

Idade: Todas
Materiais: Lousa e giz ou folha grande de papel e pincel atômico.
Preparação: Escreva as palavras do versículo a ser memorizado em uma lousa ou folha de papel bem grande. Coloque num local de fácil visualização.
Jogo: Pronuncie a primeira palavra do versículo - as crianças repetem; pronuncie as duas últimas palavras, depois as próximas três etc. As crianças repetem cada jogo de palavras e então repetem juntas o versículo inteiro. Convide as crianças a recitarem os versículos do mesmo modo que você fez, sendo que agora você repete as palavras delas. Convide várias crianças a serem líderes no jogo se o tempo permitir.
Jogo 3 - PASSE A PALAVRA


Idade: Todas

Materiais: Cartões de indice, pincel atômico, rádio com fita cacete ou cd para música.

Preparação: Escreva cada palavra do versículo em um cartão separado. Se for longo, escreva mais de uma em cada. Numere os cartões segundo a ordem das palavras do versículo.

Jogo: Coloque as crianças sentadas em círculo e dê cada um dos cartões para uma criança diferente. Enquanto a música toca, vão passando os cartões; quando a música para, as crianças que estiverem segurando o cartão, leêm o versículo, seguindo a ordem das palavras. Depois que tiverem brincado várias vezes dessa maneira, as crianças que estiverem segurando os cartões virão à frente e organizarão os cartões elas próprias, formando o versículo. Repitam o verso juntos várias vezes.
Jogo 4 - FAÇA UM GESTO


Idade: Todas

Materiais: Lousa e giz ou cartolina e pincel atômico.

Preparação: Escreva as palavras do versículo na lousa ou cartolina. Coloque num papel visível.

Jogo: Senta-se em círculo. Comece o jogo fazendo um tipo de movimento com as mãos enquanto você recita a primeira palavra em voz alta (ou primeira série de palavras) do versículo a ser memorizado. A criança ao seu lado repete seu movimento e palavras, então ela cria um novo movimento enquanto recita a segunda palavra do verso. Continue até que todas as palavras tenham sido usadas. Então repitam o verso todos juntos várias vezes, usando sempre os movimentos com as mãos. (Obs: não é necessário que o movimento represente o significado das palavras)..

Jogo 5 - ESCRITO NO ESPELHO


Idade: Primário

Materiais: Cartões de índice, espelhos, papel, pincel atômico.

Preparação: Escreva cada palavra dom versículo a ser memorizado, de trás para frente em cartões separados com pincel atômico. (Você pode também, se desejar, escrever o versículo em uma cartolina de maneira normal e colocar em um local visível para referência das crianças).

Jogo: Providencie vários espelhos e convide as crianças para se revezarem lendo as palavras através do espelho. Cada criança copia a palavra 'descodificada' que conseguir ler, colocando os versos em ordem.

Jogo 6 - JUNTE-SE A MIM


Idade: Primário

Materiais: Cartões de índice, pincel atômico.

Preparação: Escreva cada palavra dom versículo em um cartão separado. Você pode também, se desejar, escrever o versículo em uma cartolina, da maneira normal e por num local visível, para referência das crianças.

Jogo: De frente para o grupo, cartões atrás de você, segure um cartão em cada mão e nas costas. Uma criança escolhe um dos cartões. Quando a criança pega o cartão, ela fica com ele para ler. Depois que todos os cartões foram distribuidos, as crianças que estiverem com cartões organiza-os para formar o versículo. Repitam o verso várias vezes juntos. Repita o jogo tanto quanto o tempo permitir.
Jogo 7- CHAMANDO VOCÊ


Idade: Todas

Materiais: Bíblia, venda, lousa e giz ou cartolina e pincel atômico.

Preparação: Escreva as palavras do versículo na lousa ou cartolina e coloque num local visível.

Jogo: Repita o versículo várias vezes junto com as crianças, então vende os olhos de uma, que conta até dez enquanto as outras abrem espaço. A vendada fala alto a primeira parte do versículo. Outra crianças estará com a segunda parte do versículo, parada (não pode se mover) em alguma parte da sala. Toda vez que a criança vendada chamar recitando a primeira parte do versículo, a segunda deve responder recitando a segunda parte. Quando ela é encontrada, a parada recebe a venda e a brincadeira continua.
espelho. Cada criança copia a palavra 'descodificada' que conseguir ler, colocando os versos em ordem.
Jogo 8 - PAÍSES PAÍSES!

Idade: Primário
Materiais: Folhas de sulfite A4, canetas, mapa-mundi.
Preparação: Dividir o grupo e duas equipes ou mais. Cada equipe recebe uma folha em branco e uma caneta. De certa distância de cada time está um mapa-mundi.
Jogo: Quando o líder der o sinal, a primeira pessoa de cada equipe corre de costas até o mapa e anota o nome de alguns países. Depois volta e entrega a folha para o próximo da fila. Depois de alguns minutos o líder apita encerrando a brincadeira. Ganha a equipe que tiver o maior número de países anotados.

Jogo 9 - OS ÍNDIOS SE CONVERTERAM

Idade: Qualquer idade
Jogo: Todas as crianças começam a andar aleatoriamente. O líder estará tocando um cântico missionário. Quando a música parar, o líder grita a seguinte frase: "Dois índios se converteram!". Então as crianças rapidamente formarão duplas. A criança que ficar só sairá da brincadeira. Depois o líder irá gritar outros números de "índios que se converteram" e sempre sairá a criança que ficar só. Ganha a brincadeira a última criança que sobrar.

Jogo 10 - POUCO A POUCO

Idade: Qualquer idade
Materiais: Copos descartáveis, 2 baldes ou bacias com água.
Jogo: Divida o grupo em dois times. Cada time forma uma fila. O primeiro jogador de cada time receberá um copo descartável. Perto de cada time estará um balde ou bacia com água. Longe de cada time, a mesma distância para cada time, haverá um balde ou uma bacia vazia. Ao sinal dado pelo líder, um jogador de cada time encherá o seu copo de água, correrá até o balde vazio de seu time e jogará a água dentro dele. Então correrá de volta dando o copo vazio ao próximo da fila de seu time. O jogador continuará até o primeiro time conseguir encher o seu balde com água. Depois do jogo, o líder destaca como a participação de todos foi importante para encher o balde pouco a pouco. Se cada pessoa falar de Jesus Cristo, o mundo irá conhecê-lo pouco a pouco.
Jogo 11 - PASSOU UM CARRO DE PICOLÉ

Idade: Qualquer idade
Jogo: Esta brincadeira é muito amada pelas crianças de Cabo Verde. As crianças ficam em círculos, uma das mãos por cima da mão do colega e a outra mão por baixo da mão do outro colega. Vai-se falando e uma vai batendo na mão da outra: "Pas-sou-um-car-ro-de-pi-co-lé. Qual-é-a-cor-que-vai-es-co-lher?". A criança que tiver a última mão batida terá que escolher uma cor. Então a brincadeira continua dizendo, por exemplo: "A-ma-re-lo-es-t-a-na-su-a-rou-pa!". Se a criança que foi a última a receber o "pa" tiver algo amarelo na roupa, sai. Se não tiver, continua a brincadeira até que todas as crianças saiam e a última que restar for a vencedora. 


Jogo 12 - ORAR E PREGAR

Idade: Qualquer idade.
Materiais: Balões de duas cores diferentes, um para representar "oração" e outro para representar "pregação". 
Preparação: Os balões devem ser cheios e amarrados nos pés das crianças. Cada criança terá um balão de cada cor amarrado em cada perna. 
Jogo: Ao sinal, cada criança tentará explodir o balão do amiguinho e não deixar que estourem o seu. Fale com elas da importância para o missionário de orar e pregar.
Jogo 13 - A MALA DO MISSIONÁRIO

Idade: Qualquer idade
Jogo: Em círculo, as crianças irão "preparar a mala do missionário". Cada criança deverá dizer alguma coisa que o missionário deverá levar na mala, as não pode repetir o que já foi dito. Quem repete, cai fora.

Jogo 14 - QUEM CHEGA PRIMEIRO AO CAMPO?

Idade: Primário
Materiais: Sabonetes, shampoos, escovas de dentes, escovas de cabelo, pentes, cadernos, canetas, roupas, papel, etc. Não pode deixar de ter Bíblias.
Jogo: Cada criança deve escolher o que vai levar e correr para chegar ao local que você marcar que será o campo missionário. Vence quem levar mais coisas dentro do tempo estipulado, sendo que não poderá faltar a Bíblia. Quem não pegar uma Bíblia não terá a mínima chance de ganhar, pois missionário sem Bíblia não é missionário, é turista.


Jogo 15 - COMPRAS NO CAMPO MISSIONÁRIO

Idade: Primário
Jogo: Uma das crianças é o missionário. Ele tem uma lista de compras a fazer. As demais crianças são os vendedores. O missionário não sabe falar a língua porque acabou de chegar ao país e vai explicar o que deseja com gestos. A criança que descobre o que ele quer, toma-lhe o lugar e será o missionário da vez, continuando a fazer as compras. A lista de compras poderia ser assim: 1 pacote de biscoitos redondos, 1 par de sapatos número 37, 1 cadeira dobrável, 1 balde, 1 quilo de tomate, 2 maçãs, etc. Brinca-se até se esgotar o tempo. Pode-se também dividir em equipes e ganha a equipe que mais conseguir adivinhar.


Jogo 16 - VIAGEM DE AVIÃO

Idade: Qualquer idade
Jogo: As crianças vão se sentar em cadeiras, formando um círculo ou em fila. O líder diz: "A viagem vai começar!". Quando disser isso, as crianças devem se levantar e começar a rodar as cadeiras. Uma das cadeiras deve ser retirada. Se quiser cantar uma canção missionária durante este momento, cante. Então o líder diz; "Primeira escala!". Nessa hora todos tem que se sentar. Quem não conseguir, cai fora. Dali um pouco o líder diz: "Vamos continuar o nosso vôo", todos se levantam e uma cadeira é retirada. A brincadeira segue assim até ficar apenas uma criança que será a vencedora.
FONTE :http://ensinandomissoesparacriancas.blogspot.com


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